GIR 6 ministra instrução para células e grupos de intervenção rápida do Vale do Paraíba, Litoral Norte, Baixada Santista e Alto Tietê

Base operacional recebeu agentes para padronizar as técnicas caso precisem atuar no sistema penitenciário da região

O Grupo de Intervenção Rápida (GIR 6) com base no Centro de Detenção Provisória (CDP) “Dr. Félix Nobre de Campos” de Taubaté sediou, no dia 18 deste mês, mais um treinamento tático para integrantes da força especial de segurança da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). A primeira instrução realizada em 2022 abordou aspectos da legislação, o artigo 5º da Constituição Federal Brasileira, direitos humanos e técnicas de intervenção prisional.

A iniciativa reuniu 25 membros que fazem parte dos GIRs e CIRs da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região do Vale do Paraíba e Litoral (Corevali). O objetivo é promover uma troca de experiências vividas no ambiente carcerário e o alinhamento dos procedimentos, estratégias e metodologia empregados na rotina de tralho.

Estabelecimentos penais de São José dos Campos, Potim, Tremembé, Caraguatatuba, São Vicente, Praia Grande e Mogi das Cruzes marcaram presença no evento.

O GIR 6 transformou a ação em uma atividade periódica e outros encontros já estão previstos para breve. Para Hélio Santana Alves, Agente de Segurança Penitenciária (ASP) e subcoordenador de operações do GIR 6, a prática é de extrema importância. “Essa proximidade reitera toda nossa doutrina e vemos de perto o quanto a segurança e retidão desses procedimentos melhoraram ao longo do tempo. Estamos muito militantes nesse sentido, melhorando continuamente o refinamento da técnica e o nosso trabalho nas unidades prisionais”, explica o agente.

Os treinamentos realizados pelo GIR 6 ainda vão além e possibilitam, também, o preparo dos participantes para gerenciamento de crises no cárcere. “Aprimoramos o tratamento e os resultados com a pessoa presa, dando ainda mais segurança aos colegas que atuam nos presídios. Nosso dever é minimizar possíveis reações adversas e resolver situações de crise”, completa Alves.

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